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Conceitos Leoninos

As minhas crónicas sobre o SCP, clube do meu 💚 e do mundo desportivo em geral.

Um grito que vem de longe ......... 🔊

Avatar do autor Rui Ferreira, 14.01.26

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Da cadeira do avô ao futuro do Leão.
Lembro-me do avô.
Sentado naquela cadeira, imóvel, a ouvir o relato como quem reza.

— Gooooooolo do Sporting!
Eu era miúdo.
Yazalde, o ídolo.
A fé e a devoção viviam na voz rouca da rádio.
Uma geração inteira — e tantas outras que já cá não estão — cabiam naquele grito.
As memórias são feitas de saudade.
Cada jogo, uma oportunidade.
Cada lance, um fragmento de história.
Cada silêncio, algo que o museu guarda sem vitrinas.

O pai continuou a obra.
O filho levá-la-á mais longe.
Um cordão humano roubou o fogo aos deuses do futebol
e passou-o de mão em mão, em forma de testemunho.
O Universo Leonino sobe as escadas dos valores
e acende, em cada um de nós,
uma esperança que não se apaga.

Na pira do estádio, uma criança vive o presente — tão grande como os maiores da Europa.
Sente o passado que lhe foi contado,
quase sussurrado ao ouvido.
A chama é um futuro reluzente.

Nasce um amor que não se explica:
vive-se.
Sente-se.
Sporting.
A casa mantém o lema.
Uma corrente de ar desfolha o livro pousado na cadeira solitária.

O verde da capa, esbatido pelo tempo,
brilha na eternidade quando o sol nele acorda.
Sou eu que ali estou.
Muitas páginas depois, vinco o canto da folha —
para não esquecer.
Um novo relato começa.

Pego no livro.
Um ego próprio.
Sou mais um testemunho que escreve —
e reescreve — a história.
Era uma vez uma época depois da dobradinha.
E, como em todas as boas histórias,
o começo não foi fácil.

Começámos mal.
Perdemos com o Porto.
Com o Braga, escaparam dois pontos num penálti desnecessário,
arrancado já nos descontos, quando o jogo pedia outra justiça.
Com o Benfica, só jogámos uma parte —
um empate que soube a pouco.
Em Barcelos, claudicámos,
com a colaboração de Gustavo Correia.

O saldo?
Sete pontos de distância para o líder.
E, ainda assim, mais um ponto
do que tínhamos nesta mesma altura da época passada.
A narrativa muda conforme quem a conta.
As lesões surgem como limões:
amargas.
Muitas vezes consequência de entradas a roçar a violência,
quase sempre não sancionadas.

Mas isso raramente se questiona.
Raramente se comenta.
É mais fácil apontar o dedo ao corpo médico,
mesmo sem nada disso se perceber.
Falar mal dá menos trabalho do que pensar.
Temos um treinador campeão.
Um treinador que vence com sobras de colecção.
Antipatias não lhe faltam.

Criaram-se verdadeiras melodias
na arte de mal dizer e, claro, de ofender.
Pouco lhe importa.
É humilde.
Sabe que, nesta coisa do futebol,
é-se “preso por se ter”…
mesmo quando não se tem.
Mais à frente se verá.

A Taça “Charles” — nesta versão recente e apressada — foi bem entregue:
ao maior herói do feito (o seu GR)
e ao clube do conquistador.
Parabéns, Vitória de Guimarães!
Merecidíssimo.
O resto são argumentos, taras e manias.

Segundo a nova escola de pensamento
que transforma derrotas em vitórias,
surgiu mais uma teoria:
“não foi o Braga que ganhou,
foi o Benfica que perdeu”.
Não é análise ao futebol.
É ego narcisista, hipócrita, doentio.
Bendita a Taça que se ergue,
e não é de vermelho.

A verdade é esta:
Chegam jogadores de vários destinos,
em diferentes circunstâncias, para aliviar e ajudar.
Há um presidente que segura o leme.
Um treinador que faz do que tem
milagres de enigmas sem fim.
Um plantel que trabalha unido.
E uma massa adepta
cuja divisão, nos momentos menos bons,
preocupa e aborrece.

Normal.
Dentro do anormal.
É aqui que o livro abranda.
Mas não fecha.
Porque esta história —
como todas as que importam —
exige união.
União no ruído.
União na crítica.
União no aplauso.
Da direcção ao banco.
Do relvado à bancada.
Da velha cadeira do avô
ao lugar vazio que será ocupado pelo filho.
Eu continuo a acreditar.
Não por teimosia.
Por herança e convicção.

Sexta-feira estarei lá.
Na bancada.
Na voz rouca.
No bater descompassado do coração.
Para empurrar.
Para sofrer.
Para vencer.
Para ganhar ao Casa Pia.
Para caminhar rumo ao tri.
Porque esta história ainda se está a escrever.
E escreve-se melhor, quando estamos juntos.

Não quero terminar sem agradecer aos novos seguidores e leitores que chegam.
Até mesmo aos que não comentam,
mas leem e permanecem em silêncio:
obrigado.
Às Terças,
cada presença aqui não é número;
é encontro.
É um lugar onde pretendo chegar
e na escrita encontrar.
Foi a minha expressão. Ao meu estilo… ✍️
Obrigado
SL  🦁

“Às Terças escrevo Eu” ................ - ** Quando o Silêncio Também Apita **

Avatar do autor Rui Ferreira, 06.01.26

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Introdução
 
Depois do escândalo que foi a interferência arbitral no jogo com o Gil Vicente — decisiva e sem disfarces — perderam-se dois pontos. O caminho ficou mais difícil, não só por demérito próprio, mas também e muito por condicionamento externo. Ainda assim, há algo que não muda: o Sporting continua. E acredita.
 
Para memória futura, ficam registadas as ausências, a expulsão malévola e discutível do Inácio, um golo irregular do Gil Vicente (que deu o empate), e um árbitro que, curiosamente, reside no Porto. Coincidências.
Análise...
 
1. O insólito tornado normal!
 
Nos Açores, o inexplicável aconteceu. O Porto venceu com um golo digno de um programa de apanhados. A atitude bizarra do guarda-redes do Santa Clara ficará para estudo — ou para arquivo — talvez provocada por uma súbita corrente de ar atlântica. Fico-me por aqui. A prudência também é uma forma de sobrevivência.
 
Na Luz, logo aos três minutos, um jogador do Estoril foi empurrado dentro da área. Um fenómeno meteorológico raro empurrou-o. Caiu, levantou-se, foi empurrado novamente mas desta vez não caiu. “Normalidade reposta”. E então? - Nada. O “Mou-Sanduíche do Drama”, bem recheado de exagero e falsidade, na sua pose altiva, colorida e irritante, curiosamente não dedicou uma única palavra ao Sporting, nem ao lance. O silêncio, como sabemos, também apita.
2. Dois pesos, nenhuma medida...
 
Se o protagonista destes episódios fosse o Sporting, o desfecho seria outro. Choveriam ironias bacocas, comentários indignados e julgamentos sumários em horário nobre. Mas como não foi, nada aconteceu. Porque nunca acontece. Pelo menos, não quando são os mesmos de sempre.
 
Os comunicados, esses, não surgiram este fim de semana — pudera. Em vez disso, espalhou-se a “Mouphoria”, fragrância exclusiva da arrogância reincidente, acompanhada de bafos de comentários tão previsíveis quanto reciclados.
3. O comunicado que incomodou...
 
O Sporting lançou o seu comunicado. E fez bem. Foi oportuno, necessário e inadiável — para não ser goleado fora das quatro linhas.
 
“E lá vem a televisão na cabine do árbitro”
— Mas alguma vez seria possível alguém ligado ao Sporting cometer tamanho ultraje? Uma multa? Um escândalo e uma tremenda indignação. Que forma vil e baixa de condicionar. Um ataque à classe da arbitragem! Uma alínea ressuscitada do Apito Dourado!
E agora ? Não fazem greve?
 
O que houve, sim, foi um grande retrocesso no futebol português, como bem escreveu o Sporting na sua missiva.
4. Transparência prometida, esquecimento praticado...
 
E o inquérito prometido pelo “mentor”? Aquele presidente que falava de melhores práticas, transparência e rutura com o passado? Onde está? - Sonso.
 
Afinal, houve um engano: as imagens eram apenas para os técnicos do clube. Um lapso. Lembrei-me das poeiras de África que no verão assolaram o País.
Miserável.
5. O isolamento do incómodo...
 
E lá segue o Sporting, sempre sozinho, contra os inimigos do VAR, contra a divulgação dos áudios entre árbitro e VAR, contra os túneis, as cartilhas, a comunicação social militante, os canais de televisão com comunicadores ligados a favores de duas cores, e seres abomináveis de vária espécie.
 
Mais doloroso ainda, contra alguns “sportinguistas” descrentes — especialistas em desistir cedo, julgar rápido e enterrar quando algo corre mal.
 
 
Conclusão
 
Entre ventos atlânticos, quedas teatrais e silêncios cúmplices, o Sporting permanece como o incómodo de serviço.
 
Não se cala, não aprende a conviver com a farsa e insiste nesse hábito perigoso de exigir verdade desportiva. Está forte, está consolidado e, pior ainda para muitos, veio para ficar.
 
Continuem aos berros, experimentem o uso do fumo para comunicar, a fingir espanto e a chamar coincidência ao que se repete.
O Sporting continuará a fazer o que sempre fez: lutar, e dentro do campo.
E se o Tricampeonato chegar como todos ainda desejamos e acreditamos, será mais um “acidente”. Destes que acontecem três vezes seguidas.
 
E porque o silêncio também apita, fica a minha vénia ao desprezo estratégico com que o Presidente do Sporting encarou e tratou o pós-jogo com o Gil Vicente.
 
Sem choradeira, sem teatro, sem indignações seletivas — apesar de as razões de queixa serem evidentes, públicas e inegáveis.
Há quem precise de microfones e comunicados para existir. Outros preferem, com classe, deixar o ruído falar por si.
 
Uma grande nota de destaque. O regresso de Daniel Bragança num jogo da equipa B, com o plantel presente, o Mister, a Direção e a namorada. Uma família. Ser Sporting. Feliz regresso Dani! - Bem precisamos de ti.
 
Em Manchester, os comboios passam…
 
Foi a minha expressão ao meu estilo..✍️
 
SL 🦁 .......e agora só quero ganhar a Taça da Liga.

“Não é hoje que nos quebram!“

Avatar do autor Rui Ferreira, 03.01.26

TRRpg

Mas… o que é isto?!

 
Tinha de ser!!! E, mesmo assim, confesso: ainda estava surpreendido por não ter acontecido mais cedo.
Mas uma coisa é certa: não me dou por vencido. NUNCA.
Era inevitável. O “Éme” hoje rejubilou.
 
— Este é o Gustavo. Prazer em conhecer.
Sim, o mesmo que arbitrou o último Benfica B vs Sporting B.
Resultado? O Sporting acabou com 9, o Benfica ganhou com um penálti. Coincidências…
 
Vejo este jogo e fico revoltadíssimo com o que assisti.
O Sporting foi ao Gil.
Do grupo do Santa Clara.
 
Contra o Sporting é sempre marchar, marchar.
Tudo difícil. Tudo contra.
 
Há os voluntários ao serviço de uma causa…
E depois há a causa:
👉 derrotar o Sporting
 
Rui Silva, gigante na baliza.
Suárez, oportuno no golo marcado…
e profundamente frustrado no golo falhado — aquele que já estava cantado.
 
Trincão não esteve.
Como não estiveram mais doze.
 
Nem o Mangas.
Nem mais três para o próximo jogo.
E que três: Hjulmand, Maxi e Inácio.
 
Cirúrgico....
 
Inácio perde a frente do lance, estão os dois a agarrar-se, a baliza ainda está longe e o Morita perto, mas qual quê?
👉 Vermelho direto, (com dedicação ao Éme).
 
Depois de tudo o que se disse, do clima criado, do condicionamento evidente…
não havia margem para hesitações. Pimba!
 
Oh Inácio! Também podia ter sido evitado! Que abordagem!
 
Estreia de Rómulo.
Isto começa a parecer a época passada.
 
Mais uns minutos…
👉 golo do Gil.
 
E a cotovelada sobre o Alisson, que estava a marcar o autor do golo?
Não conta?!
 
Para este “predestinado” da arbitragem e para o adepto do Sporting mais ingrato que conheço, foi tudo legal. Tudo limpinho. Tudo normal. Fiquei estupefacto por ninguém dar ênfase. A Sport Tv também ajudou; normal.
 
Depois, já quase a acabar, canto a favor do Sporting.
Hjulmand é agarrado.
Mas o Gustavo interrompe o jogo…
para isolar e chamar a atenção dos jogadores.
 
Fiquei incrédulo. Outra.
 
Mas para o adepto ingrato do Sporting, isso pouco importa.
A culpa é do treinador.
Ou do Alisson.
Ou melhor…
👉 a culpa é do Sporting.
 
Também é. Claro que é.
Se o Suárez tem marcado aquele possível 2.º golo…
👉 é futebol.
 
Agora, destilar ódio, arruaça e destruição contra os nossos quando as coisas correm mal?
Não! Não contem comigo.
 
Há 54 pontos em disputa e já vem a ladainha do costume:
 
– o campeonato acabou hoje
– não ganhamos aos primeiros
– não isto, não aquilo
 
👉  Que banda larga de pouca rede.
 
Quanto ao Gustavo…
Só me ocorre uma palavra:
Glovo — a encomenda perfeita, entregue no destino certo.
 
Presidente: o silêncio da inteligência.
Treinador: a humildade da contenção.
Adepto ( alguns) : a desilusão sempre à mão.
 
Eu quero é ganhar ao Guimarães.
E ganhar a final da Taça da Liga.
 
Amigos, todos unidos.
Quero ânimo, não desânimo.
👉  Garra, apoio e voz para os rapazes!
 
Eu acredito? Quem mais segue comigo?
 
SL 🦁💚

Às Terças, escrevo Eu !............Enciclopédia de Glória, Fé e Futuro Leonino...

Avatar do autor Rui Ferreira, 01.01.26

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Mensagem de Ano Novo 2026

Caríssimos(as) Sportinguistas,

O Sporting...
A grandeza da sua História.
Gerações de fé e de orgulho leonino.

Vimos os Cinco Violinos, as lendas, o campeão e saudoso Joaquim Agostinho, os golos de Yazalde, as defesas de Damas, a conquista da Taça das Taças com o canto direto de Morais.

No Atletismo, o campeoníssimo Carlos Lopes e o inesquecível Fernando Mamede, símbolos eternos de superação e excelência mundial.
O Bessone Basto e o Brito no Andebol.

O Chana, o eterno Rendeiro, o Livramento, o Sobrinho e o Ramalhete no Hóquei.
…e tantos, tantos outros (perdoem-me algum esquecimento).

O nosso ecletismo diferenciador e sem paralelo.

A nossa formação e os jogadores que formou — Cristiano Ronaldo, o maior do Mundo.
E os valores. Esses, imaculados, definidores da ética e da conduta que sempre pautaram o nosso Clube.
Uma verdadeira enciclopédia de gratidão e glória.

2025 aproxima-se do fim.

Para nós, foi um ano mágico. Ano de dobradinha, de vitórias, de feitos, de afirmação.
O projeto segue firme, respeitando as variáveis definidas.
Resultados desportivos e financeiros nunca antes alcançados consolidam e fortificam a estabilidade de um Clube que tanto sofreu, ao longo do tempo, com ilicitudes das mais variadas formas e meios.
Desde 2018 que viemos para ficar.
Estamos mais fortes do que nunca — e ninguém, nem nada, nos fará parar.


Este ano que agora finda foi também marcante na melhoria das infraestruturas.
O nosso Estádio, cada vez mais bonito, irradia alegria — sobretudo quando o sol nele brilha.
À noite, surgem as estrelas…O nosso ecletismo diferenciador e sem paralelo.
E entre elas, a mais brilhante, sempre a olhar por nós: Manuel Fernandes, o nosso eterno Capitão.
Descansa em paz.


No percurso, a nossa Academia — verdadeiro forno de múltiplas cozeduras — onde se formam homens e atletas que, por todo o planeta desportivo, transportam o nome do Sporting com elevação e mérito pessoal.
Uma escola de fachadas renovadas, pinturas frescas, relvados novos, equipamentos inovadores para análise de desempenho, métricas de carga e uso de tecnologia vestível.


2025 foi ainda um calendário robusto de conquistas nas modalidades.
Destaque especial para o nosso Andebol de Champions — que classe de equipa!
O título Mundial de Hóquei em Patins, o Voleibol, o Futsal, o Ténis de Mesa e os campeonatos nacionais, masculinos e femininos, em todos os escalões do Atletismo.
Somos, de longe, o Clube:
com mais modalidades,
que mais forma,
que mais eventos realiza — como o Sarau de Ginástica, único no panorama nacional.
O nosso ecletismo não tem paralelo a nível europeu.


Uma palavra de reconhecimento para a classe dos nossos técnicos e staffs de cada modalidade — os melhores — e para todos os funcionários e colaboradores ao serviçoObrigado pela vossa lealdade, pela paixão e pelo amor ao nosso Sporting. do Sporting.
No seu dia a dia, são eles que fazem acontecer, garantindo resultados e excelência no serviço prestado.
Obrigado a todos(as).


Por último, a razão maior de quase tudo o que acima foi dito:
o Presidente e a SAD que o acompanha, compostos por quadros de excelência, plenamente merecedores das gratificações auferidas.
As grandes organizações constroem-se com “ecrãs gigantes” e mentes de “Prémios Nobel”.
Parabéns. Feliz Ano!


Obrigado, Dr. Frederico Varandas.
Emociono-me, enquanto simples sócio que ama o Sporting, por todo o seu feito e obra — muitas vezes em condições tão difíceis que apenas uma liderança forte e uma personalidade vincada conseguem resistir.
E o Senhor conseguiu.
Assim o deixem terminar.
A si devemos o presente, a esperança no futuro e a clara demarcação do passado, no que aos seus efeitos tóxicos, de várias origens, diz respeito.


Termino desejando ao enorme treinador que temos, Rui Borges, e ao seu corpo técnico, que consigam ir ainda além do que já nos deram, entregando-nos o tão ambicionado TRICAMPEONATO.
Com confiança na equipa e unidos como nunca, iremos conseguir.


Que o Manto Verde seja o pano de fundo de um palco ao qual o sucesso já nos habituou —
com valores, verdade e intolerância total aos ambientes, aos seres, aos comunicados e aos comunicadores onde as toxinas proliferam.


Feliz Ano Novo.
Saudações Leoninas para toda a nossa família, com votos de sucessos desportivos, muita saúde e felicidade pessoal para cada um de vós e para os vossos.
Viva o Sporting!

Obs - (Aproveito esta mensagem para deixar um agradecimento profundo a todos os sportinguistas que, semana após semana, acompanham e leem as minhas crónicas “Às Terças escrevo Eu”.
Saber que estão desse lado, a concordar, a discordar, a pensar o Sporting comigo, dá alma a cada palavra escrita e é a força que me faz continuar.

Obrigado pela vossa lealdade, pela paixão e pelo amor ao nosso Sporting.

Às Terças, escrevo Eu. ............ .Mour’domias

Avatar do autor Rui Ferreira, 30.12.25

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Factos, fantasias, ironias e outras Mour’domias
O jogo Braga–Benfica foi um epílogo de ficção.
 
Mour’domias
 
Mourinho faz um ponto com uma vitória.
Incrível? Não — especial. Pela primeira vez em Portugal. Uma anedota.
 
Mourinho, tens cão?
Se não tens, compra um. Vai passeá-lo. Ajuda na ruminação (a mente anda menos em círculos). Tem outra particularidade: se estiveres arrogante — o que é normal — ele puxa a trela na mesma.
Amo cães. Mas amo mesmo. Fazia-te bem, “Zé”.
 
O AS, em Espanha, fala em “demência fFactosalsa”. Com tanta falsidade, até a demência parece um bem precioso.
Mourinho gosta de Fórmula 1.
 
Rui Borges não vê. Gosta de voleibol e andebol. Eu acrescento hóquei, futsal e tantas outras modalidades. O Sporting ganha muito; o Benfica atual ganha o que o Sporting ainda não conseguiu. Falta pouco.
Se o Dr. Varandas se lembra da F1, nem queira saber, Sr. Mourinho. Vai ter de começar a ver motocross.
Quando demasiadas luzes vermelhas se acendem no painel, a revisão deixa de ser tática e passa a ser clínica. Os neurónios que comandam as válvulas, já pedem manutenção.
 
Factos
 
Existe um penálti claro a favor do Braga que, pelo facto de Tiago Martins, no VAR, estar condicionado, não foi sancionado.
O golo “que dá a vitória ao Benfica”, analisado por todo o painel de analistas de arbitragem dos três jornais desportivos, não reúne consenso: nenhum — repito, nenhum — considera o lance válido. Logo, golo bem anulado. Factual.
O Benfica atual — Rui Costa & Mourinho, Comunicados, Lda. — é um rio de lágrimas que desagua no ridículo.
 
Ironias
“O treinador do Porto responde ao Presidente do Sporting.”
A Pizzaria Farttioli continua a fazer concorrência à Varanda do Sol, do mesmo ramo, na zona da Foz. Foi lançada uma nova pizza: a Paraquedista. Massa alta e fofa.
Factos
Ingredientes: fruta q.b., galinha desfiada, papoilas para decorar. Um toque de manjericão, só para não esquecer o verde saudável. Depois, chamem o “fotógrafo” e registem o momento. Só provado!
 
Seis meses em Portugal chegam para perceber que tipo de “massa” se usa por cá. A pizza chegou nos anos 80, popularizou-se nos 90. Daí para cá, foi só evoluir. Estagnou em 2018, até aparecer outra coisa pujante e forte: a tecnologia.
Surgiu o VAR — na versão ligado/desligado — e a televisão “cucu”, ao estilo: “olha o que tu fizeste”. Agora vê lá o que fazes na 2.ª parte.
 
Entretanto, já saiu a multa: 12.500 € e um gelado Santini. Uma VERGONHA, um decoro, um vexame para gente séria.
 
Factos
 
Sporting 4 — Rio Ave 0
Alguém se lembra de Gyökeres? Claro que sim. Inesquecível.
 
Porém, vejam Luiz Suárez. Os mesmos golos (14) em períodos iguais na época 2023/24 (média de 0,86 por jogo), ligeiramente inferior à de Gyökeres na época 2024/25, com 17 golos. O nosso “colombiano” fatura como o sueco — e já tem música e letra no estádio. Brutal.
 
Alguém se lembra de tantas ausências? (Oito, por diferentes motivos.) Claro que sim. Não se nota, contudo, no rendimento da equipa. Não temos o melhor jogador — Pote. Não temos um dos melhores defesas, Debast. Não temos Geny, nem Quenda, nem Diomande, nem Fresneda. Mas temos um grande treinador; o melhor médio a jogar em Portugal (que grande jogo, Hjulmand!!), um jogador soberbo — Maxi Araújo —, um enorme João Simões, um fantástico Quaresma e uma equipa que nos orgulha, onde está Trincão.
 
No final, o treinador do Rio Ave disse:
“O Sporting é a melhor equipa a jogar na Liga.”
Não sendo um grande jogo, serviu para colocar um grande jogador na lista dos melhores marcadores e aumentar a vantagem para o Clube dos Comunicados.
 
Modalidades d’ouro do fim-de-semana
Grande “cesto” do Sporting em Basquetebol. Brilhante vitória, impondo a primeira derrota da Oliveirense em casa. Seguimos em segundo, perseguindo o Benfica. Destaques para o americano Harden-Hayes — 17 pontos — e o nosso capitão Diogo Ventura, com 15 pontos. Parabéns!
 
Outro grande destaque: a renovação na ginástica de Diogo Abreu e Pedro Ferreira. Dois campeões, enormes atletas. Grande notícia para a ginástica do Sporting.
 
Foi a minha expressão ao meu estilo…✍️
 
SL 💚

Às Terças escrevo Eu” 🔰 Alerta IPMA: Penalty extremamente violento.

Avatar do autor Rui Ferreira, 26.12.25

Alerta IPMA; Penalty extremamente violento

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Nos Açores dizem eles que houve ciclone, em Lisboa sentiu-se de outra forma. Com desdém agradecendo ao Karma. Na altura, o fenómeno foi alvo de análise minuciosa, debates inflamados e indignação geral. O País parou. Ontem, na Luz, a meteorologia mudou: céu limpo, relvado seco e… penálti. Um acontecimento tido como “natural” que a meteorologia não consegue explicar.
 
Um lance surreal, digno de estudo climático, decidiu mais uma vez um jogo a favor do clube do “ Museu Cosme Damião”, deixando marcas na credibilidade.
 
Já saiu comunicado?
Há tempestades que só aparecem em certas áreas.

Mensagem de Natal 🌲💚🌲 + Grande Presidente Varandas👏👏👏

Avatar do autor Rui Ferreira, 25.12.25

Caros Sportinguistas,

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O Natal traz sentimentos bonitos, mas também hipocrisia e histeria. Ainda assim, há momentos que falam por si.
 
A vitória frente ao Vitória confirmou uma certeza: mantemos a distância e a esperança. Foi uma prova de classe.
 
Depois, o inesperado. Uma palavra no momento certo.
O Presidente Frederico Varandas trouxe uma prenda de Natal ao Sporting.
 
Durante anos falou-se de conveniências. Hoje, no Sporting, a lógica é simples:
um Presidente, um Treinador, uma Equipa.
 
Frederico Varandas respondeu aos ataques com coragem e frontalidade. Sem códigos. Disse nomes, apontou atos e expôs práticas ilícitas que marcaram décadas do futebol português.
 
Títulos manchados pela suspeição.
Notável.
 
GRANDE PRESIDENTE
 
A arbitragem está pior? Ou apenas deixou de servir interesses instalados?
 
O Sporting vive hoje um momento histórico. Resultados desportivos e financeiros sólidos. Infraestruturas melhoradas. Um treinador que constrói com o que tem. Uma equipa unida e focada.
 
E tudo isto não é contra  alguém.
É pelo Sporting.
 
Ainda há pouco tempo, o Natal era motivo de gozo. Hoje, tudo o que é Sporting incomoda e provoca ataques organizados.
A diferença? Temos um Presidente que nos defende sem medo.
 
Neste Natal, sentemo-nos à mesa com confiança.
Com contas certas, ideias claras e coragem onde durante anos houve silêncio.
 
O discurso de Frederico Varandas foi liderança.
Foi defesa do Sporting.
Foi respeito pelos Sportinguistas.
Porque o Sporting não precisa de favores.
 
Precisa de quem o defenda. …há décadas que nos limitamos a jogar dentro do campo; não dispomos de um canal de televisão privado para fabricar realidades à medida, nem de estádios, onde a única diferença é não ter também esse canal, o resto, é praticamente igual; “faz-se o que se quer” (e então nas garagens!!)
 
Boas Festas, Sportinguistas.
Viva o Sporting Clube de Portugal. 🎄🦁